Arquivo do mês Dezembro de 2005

Que venha 2006…

COL

Enfim, falta pouco para 2005 nos deixar e abrir caminho para 2006. Este foi o ano em que o COL se estabeleceu por aqui no Blogspot, depois de perambular por vários endereços. Não sei se é hora de fazer um balanço, mas devo dizer que, no geral, 2005 foi um ano interessante. Mais uma vez nossos políticos mostraram suas verdadeiras caras e aqueles que antes se mostravam bonzinhos e defensores das camadas menos favorecidas, se mostraram verdadeiros lobos em peles de cordeiros. Para o COL foi um ano bom. O número de visitantes cresceu, novos amigos passaram a freqüentar o blog assíduamente e ultrapassamos diversas fronteiras, com leitores em Portugal, Espanha, Estados Unidos, Japão e França o que para mim, é a recompensa maior pelo exercício diário de manter o blog sempre atualizado, atividade que me dá um certo trabalho mas, principalmente, muito prazer! E o que espero é que em 2006 o COL continue correspondendo às expectatuivas de seus leitores. Por aqui, vou continuar o trabalho diário de tornar este espaço o mais agradável possível. A meus amigos, agradeço as palavras de incentivo e as críticas. Aos que deixam suas “pegadas” por aqui, agradeço o feedback deixado nos comentários. Ao Marcos Venícius, amigo e companheiro de sempre, agradeço o incentivo diário e o apoio incondicional. E a todos que visitam o Coió On Line desejo um ano novo de muita paz, saúde, prosperidade, sucesso e alegrias. E que em 2006 tenhamos todos, sempre, boas notícias.

Feliz Ano Novo!!!
Happy New Year!!!
Prosit Neujahr!!!
Bonne Année!!!


Cores Novas para 2006

Na primeira semana de janeiro o COL completa um ano de hospedagem aqui no Blogspot. Em 2006 o Coió Online vai completar três anos de atividades. Tudo começou meio que de brincadeira, com várias mudanças de endereços, passando pelo Weblogger, UOL e vindo fincar raízes por aqui. Antes do primeiro aniversário deste novo endereço, resolvi mudar as cores do layout, assím como quem pinta a casa para esperar um novo ano. Não mudei a estrutura da página, apenas coloquei este tom de azul no fundo e troquei também as cores dos links, títulos, data e também o título do blog. Sai o quente dos tons alaranjados e entra a frieza dos tons de azul. Creio que ficou bacana embora ainda não tenha me acostumado com a nova “cara” do COL mas, penso que daqui a pouco não vou mais ter a sensação de que entrei no blog errado toda vez que acessar a página. Pois é: assím como quem não quer nada, começo a por em prática algumas mudanças para o ano que está chegando. Mudanças que pretendo por em prática também na minha vida e que, espero, sejam para melhor…sempre!!!


Artur Xexéo e o “Mala do Ano”

O jornalista Artur Xexéo divulgou o resultrado de sua tradicional eleição do “Mala do Ano“. Desta vez a escolha se deu em apenas uma semana e o resultado não foi nenhuma surpresa, pelo menos pra mim. Deu Lula na cabeça. Não existiu em 2005 sujeito mais “mala” que o Lula. Teve um que poderia até ser páreo, o tal Severino Cavalcanti, mas este, de tão pequeno, deveria mesmo ficar na categoria “frasqueira do ano” e, graças a D’us, saiu de cena pelo menos até a próxima campanha eleitoral e na eleição de Xexéo ficou em quinto lugar.

Os cinco mais votados foram: Lula, em primeiro lugar, seguido por seu fiel escudeiro (ou não tão fiel assím) José Dirceu, Roberto Jefferson, ACM Neto e Severino Cavalcanti. Tomo agora a liberdade de transcrever aqui um trecho da coluna de ontem de Xexéo, publicada em O Globo, para aqueles que não tem senha de cadastro no Globo Online.

Mala do ano tem forma de estrela

Foi uma eleição relâmpago. Anunciada há uma semana, a escolha da mala do ano atraiu dezenas de centenas de milhares de eleitores espontâneos. Como todo mundo sabe, nesta eleição o voto não é obrigatório. Vota quem quer. E o resultado não chega a ser surpreendente. Deu Lula lá. Nosso presidente é o mala de 2005 para 41% dos eleitores.

Presidentes da República são sempre candidatos favoritos à eleição mais democrática do país. Insatisfeito com o salário, inconformado com o aumento dos impostos, decepcionado com a política econômica, revoltado com a falta de políticas sociais, o eleitor se vinga e crava o nome do presidente na cédula eleitoral. São candidatos favoritos mas não são vencedores óbvios. Lula, por exemplo, a grande mala deste ano, já era presidente no ano passado e nem por isso foi o vencedor do pleito. Em 2004 deu a família Garotinho, lembram-se? Pois é. Então, o que aconteceu em 2005 para crescer tanto o índice de malice do presidente Lula?

Malalula. Lulamala. É quase uma unanimidade. Neste ano atípico em que a eleição foi quase toda tomada por políticos e afins, a CPI foi o principal indicador de malas. Marcos Valério, por exemplo, parecia ser uma barbada nos primeiros dias de votação. Afinal, não foi ele o homem da mala? Mas o eleitorado se dividiu entre o Carequinha e Karina, sua secretária, o que fez com que nenhum dos dois ficasse entre os dez mais. Na verdade, mais da metade dos votos que chegaram à redação eram para Lula ou para José Dirceu, o que garantiu ao ex-homem forte do Governo Lula o título de vice-mala de 2005. Dirceu teve um agravante neste finzinho do ano que lhe trouxe muitos votos: sua temporada carioca exaustivamente coberta pela colunas sociais. O eleitor não perdoou. É mala! No ano passado, Zé Dirceu só conseguiu um humilde sexto lugar. Em 2005, porém, ele teve a ajuda de um carregador de malas para alcançar a vice-liderança: o escritor Fernando Morais.

A briga para ocupar o terceiro lugar no pódio foi um duelo de titãs. A cada dia revezavam-se no posto Roberto Jefferson e ACM Neto. Com apenas um voto de diferença, Jefferson ficou com o terceiro lugar. É a mala-sansonite, aquela que encolhe e estica com facilidade. Para ACMzinho, a minimala, a pochete, a mala-anã, sobrou o quarto lugar.

Os cinco mais da seleção de malas de 2005 se completam com a presença de Severino Cavalcanti. Há quem garanta que o ex-presidente do Congresso não chega a ser uma mala. É apenas uma trouxa. Mesmo assim, teve um número suficiente de votos para ficar com o quinto lugar.

A partir do sexto lugar, passamos para o mundo real. Os políticos cedem lugar às, digamos, celebridades. São as personalidades que viram malas quase sempre por excesso de exposição. A mala número 6, portanto, é Carolina Dieckmann. Já que o pessoal do “Pânico” não conseguiu calçar nela as sandálias do programa, nós lhe outorgamos a mala da humildade. Mas essa ela tem que carregar sozinha.

Personagens de novela também são sempre figuras constantes entre os dez mais malas. Este ano parecia ser do Jatobá, o ceguinho de “América”. Antes mesmo de o concurso ser lançado, alguns votos já tinham chegado aqui lembrando seu nome. No entanto, quase no fim do ano, estreou “Belíssima”. Aí não teve para mais ninguém: Jamanta ficou com o sétimo lugar. É aquela que você esquece de propósito na esteira, mas o Sílvio de Abreu passa pelo aeroporto, recolhe a dita e a devolve para a gente..

A lista se completa com Maradona, um personagem local (no Rio de Janeiro) o coronel-bombeiro Marcos Silva que, segundo o jornalista, quando é preciso declarações sobre pingüins perdidos, jacarés encontrados, tsunamis imprevistas, o homem está sempre a postos e Victor Fasano que, quando faz novela — como aconteceu este ano — não chega a ser mala. É só canastra!

Via: O Globo


Chove Chuva!!!

Nada como um belo dia de chuva para aplacar o calor que faz em Terehell. Hoje os termômetros nas ruas marcam 20 graus o que, pra cá, já pode ser considerado frio. Desde a madrugada que uma chuva fina cai sem parar deixando o dia com um clima agradável e me fazendo lembrar de tempos passados, quando eu morava por aqui e sempre chovia nesta época do ano. Aliás, chuva no Reveillon em Teresina era tão certa quanto os fogos de artifício em Copacabana. Nos últimos tempos, com esta mudança maluca no clima da Terra, as coisas por aqui esquentaram (literalmente) ainda mais. Só que hoje a chuva veio para dar uma trégua no calor e, quem sabe, começar a limpar as impurezas do ano de 2005 que está quase no fim. Tomara que o clima permaneça assím até 2006 chegar. Só quem vive por aqui e enfrenta o calor espartano de 40 graus a sombra, sabe o real valor que uma chuva tem.


10 Coisas Irritantes em 2005…

…que merecem ser esquecidas:

10. O Boi Bandido
09. O coma onírico de Tião e a travessia milagrosa de balsa feita por Sol em América
08. A novela América
07. Glória Perez
06. A Banda Calypso
05. Marcos Valério
04. Delúbio Soares
03. José Dirceu
02. O Mensalão
01. José Inácio Lula da Silva e toda sua gang.

UPDATE: Acebei de lembrar de mais uma “coisa” muito irritante neste ano que está para acabar. Mas esta “coisa” entra na categoria Hours Concours, tem nome e sobrenome. Chama-se Severino Cavalcanti, aquela anta que presidiu o Congresso e que, certamente, voltará à cena nas próximas eleições.


Uma Vela Para D’us

Ontem começou o Chanukah. Este ano Natal a Chanukah acontecem juntos. No mês de Kislev (Novembro-Dezembro) passamos de um período de Hessed (compaixão) para um de G’vura (força). Agora é Tevet (Dezembro-Janeiro) tempo de Chanuka, de inverno no hemisfério norte. É saída da influência gratidão de Sukot para a esfera heróica dos Macabeus. Tempo de se enfrentar o frio e as noites mais longas do ano com esperança no milagre de renovação (Chanuka) da vida.

Mas para nós, aqui nesta outra metade do mundo, alguns acertos se fazem necessários para nos adequar a este modelo “nortista”. Verdade que o sol causticante exige um certo heroísmo e que é época de força e físico. Mas não há nenhum sentimento de ausência de luz, muito pelo contrário. Talvez devamos perceber ao sul do Equador a festa de luzes não tanto por sua ausência ou escassez, mas pelo excesso de luz que, paradoxalmente, nos cega.

Talvez devamos rezar não pela re-inauguração da luz que abandonou o hemisfério, mas por enxergarmos a verdadeira luz em meio a tudo que ofusca. E é preciso coragem - G’vura - para atravessar o que nos cega. Com a mão à fronte, protegendo-nos da luz, atravessemos a ganância, o medo e a insegurança que reluzem tão poderosamente em nossos dias.

Quem sabe resgatamos a antiga disputa entre as casas de Hilel e Shamai. A primeira propunha que adicionássemos uma vela a cada dia da festa até a oitava. A segunda propunha o contrário: que iniciássemos com oito velas e suprimíssemos uma a cada dia da festa de maneira a permanecer apenas uma no último dia. Prevaleceu a opinião de Hilel uma vez que a idéia central da festa é acrescentar luz neste período nortista de escuridão.

Mas para nós aqui deste outro lado, em pleno verão, talvez fizesse mais sentido iniciarmos com luz total e fossemos decrescendo a cada dia. Estaríamos simbolizando a capacidade de perceber a verdadeira luz em meio a tantas outras. Seria um exercício de nos sensibilizar a perceber a luz focal em meio à luz genérica. Resgate da sombra tão fundamental num mundo de tanta claridade e, ao mesmo tempo, escuridão.


Precisa dizer mais???

Fiquem todos bem!!!

Via: UOL Cartões


Não… não está nevando…

…pelo menos aqui não está caindo nada do céu. Nem neve, nem chuva… nada! Pelo contrário, faz um calor espartano, apesar do tempo que há dois dias permanece meio nublado. As nuvens parecem anunciar uma chuva que não vem. O vento insiste em levar todas elas (as nuvens) para o Maranhão, logo aqui ao lado depois do rio Parnaíba, e a nós, aqui em Terehell, só nos resta o calor ou o consolo de procurar um abrigo onde haja um ar condicionado trabalhando em potência máxima. É engraçado, mas quando eu morava aqui, sentia sim muito calor, mas nada se compara à sensação de sauna que se tem agora. Parece que Teresina está mais quente do que nunca e todos aqui dizem que eu cheguei depois das altas temperaturas registradas nos meses de outubro e novembro. Fico imaginando como sobreviveram. Mas há uma vantagem neste calor todo: se bebe mais água e o corpo agradeçe a cada gole e isso é saudável. Em casa (em Fortaleza, que está também muito quente) não lembro de ir com tanta frequência à geladeira. Aqui, porém, a cada meia hora se faz necessário um copo d’água bem gelado. Mas o que torna Teresina absurdamente quente é a falta de vento… não sopra uma brisa se quer. As árvores, que são inacreditávelmente verdes, ficam estáticas. Parecem estar numa fotografia e isso me causa uma certa aflição e, pelo menos em mim, aumenta a sensação de calor. Mas, fora isso, é uma das cidades mais aconchegantes que conheço. As pessoas são acolhedoras e amigas e, apesar de já ter um certo ar cosmopolita, todos se conhecem e se cumprimentam. Gosto muito daqui. Não fosse o calor insuportável, não haveria lugar melhor no mundo para se viver.


Wish List

Enfim uma criança que parece à vontade diante do Papai Noel. O que será que ela pediu de Natal, hein? A foto é da agência Associated Press. E você? já enviou sua “wish list” para a Lapônia??? Espero que neste Natal, o Papai Noel seja bastante generoso com todos os leitores do COL!!! E vamos em frente que 2006 já está logo alí…


Coisas que irritam no Natal

Seria uma lista bastante extensa, mas vou resumir. Não há nada mais irritante neste período que os comerciais de TV (tipo varejão) com a clássica Jingle Bells, em solo de harpa, como BG. Dá vontade de desligar a TV ou mudar de canal cada vez que um comercial com Jingle Bells ao fundo entra no ar. Também irrita qualquer pessoa com o mínimo de bom senso aqueles comerciais de partidos políticos, em que os ditos cujos (os políticos, claro) aparecem desejando “boas festas”. Haja demagogia… Outra coisa extremamente irritante são as chamadas de Natal que cada emissora de TV coloca no ar, mostrando seu “casting” de apresentadores e funcionários em geral, constrangidos, cantando uma música qualquer, especialmente composta para a ocasião. Ao final, invariávelmente, a câmera abre em plano geral e mostra todos de mãos para o alto balançando… é de matar!!! Agora a campeã de todas no quesito “coisas que irritam no Natal” é, na minha opinião, a versão que a Simone fez para aquerla música “chicletenta” do Jonh Lennon, Happy Christmas. Se a versão original já é absurdamente horrorosa, melosa e deprimente, a versão made in Brazil com a Simone chega a causar náuseas a cada vez que é executada. E é impressionante como os editores de telejornais gostam de encerrar reportagens de Natal com a Sinome cantando… “então é Natal…” Arghhhhh!!!

King Kong

Fui ontem assistir a nova versão de King Kong, que tem a direção Peter Jackson. O filme foi todo rodado em cima do roteirto da versão original de 1933 e nada tem a ver com aquela versão dos anos 70 em que o gorila gigante se refugia com sua musa no topo de uma das finadas torres do World Trade Center. Neste remake, King Kong parece um “crossover” de Jurassic Park com… King Kong. Embora tenha permanecido fiel ao original, filmado por Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack, Jackson acrescentou algumas cenas de ação, usou e abusou dos efeitos especiais e digitalizou diversos dinossauros que deram ao filme o momento mais animado (literalmente), quando o macaco gigante enfrenta, e derrota um a um, diversos T-Rexes, famintos e ferozes que tentavam devorar sua musa, Ann Darrow, na pele de Naomi Watts.

Após o sucesso de sua trilogia “O Senhor dos Anéis“, Jackson tem nas mãos outro sucesso de bilheteria mundial e o trata como cinema de espetáculo, para dizer o mínimo, no qual o diretor está ajustado com as emoções da história e com sua própria paixão infantil por aventura e fantasia.

Os roteiristas conseguiram recriar a época da Depressão nos EUA, enquanto transformam a viagem para a Ilha da Caveira em uma expedição para fazer um filme. Após a captura de King Kong e a viagem de volta a Nova York, o filme está pronto para o grand finale. Peter Jackson consegue fazer uma espécie de interlúdio antes do famoso encontro de King Kong no topo do Empire State, com um passeio pelo Central Park. Mas então, nos momentos finais no topo do prédio, o filme encontra um senso de tragédia inevitável.

Mas uma coisa não sai de minha cabeça: como, em uma Nova York coberta de neve, alguém como Naomi Watts, consegue ficar no topo do Empire State, vestida apenas com um vestidinho branco de alças e não treme se quer o queixo de frio? Parece coisa de Gloria Perez, mas está lá, no filme de Peter Jackson.

Mas, sem a menor dúvida, a maior façanha do filme é a recriação de uma Nova York dos anos 30 em terceira dimensão, permitindo que a câmera voe para todo canto nessa cidade virtual. Simplesmente lindo… fora isso, são três horas sem muita emoção.


Terehell

Desde terça feira a tarde estou aqui em Teresina, carinhosamente apelidada pelos amigos de Terehell. Já encontrei muita gente que não via há algum tempo e aos poucos vou matando a saudade de cada um. Por enquanto sem muitas novidades. Passei por aqui só para dar uma olhada no blog e agradecer os votos de boa viagem deixados nos comentários pelo Adriano, Jacque, Aloísio Blau, Zigtai e Miguel Andrade… e desejar a todos, mais uma vez, um Feliz Natal! Assím que tiver mais novidades dou notícias por aqui. Abraços em todos e o calor manda lembranças…

Mala Pronta (sem trocadilho)

Logo mais embarco para passar o Natal e Ano Novo com a família e rever os amigos. Por tanto, se as atualizações por aqui perderem o ritmo é que estarei longe de casa e, provávelmente, sem muito tempo para manter contato com o mundo online. O destino é Teresina (PI)… tomara que o calor por lá já tenha dado uma trégua. Embora o Jornal Nacional insista em anunciar a máxima para Teresina — praticamente toda noite — em torno dos 38 graus, levo na bagagem a esperança de encontrar um clima mais ameno, como acontecia alguns anos atrás nesta época do ano. Como a esperança é a última que morre, quem sabe até a chuva dê o ar da graça para tornar estes dias, que certamente serão muito bons, melhores ainda… fui!

Aviso aos navegantes…

O que já era chato, vai ficar ainda muuuuito mais chato. Acabei de ver no GNT a chamada do programa desta semana da Rita Lee, o tal Madame Lee. Desta vez a roqueira sexagenária vai receber a mala sem alça e sem rodinhas Fernanda “eu sou o máximo” Young. Por tanto queridos amigos que assinam a NET ou a SKY, nesta quinta, às 22:oo horas, nada de sintonizar o canal 41. A menos que queiram ter uma overdose de egocentrismo… a lista de convidados que aceitam se submeter ao constrangimento de encarar uma Rita Lee seqüelada, que nem de longe lembra a Rita Lee de anos atrás, está ficando escassa. Francamente!!!

Prestígio…

Essa deu na coluna do Ancelmo Gois, no O Globo:

Segue o filme…

“2 filhos de Francisco”, que luta para entrar na lista dos finalistas ao Oscar, não recebeu ajuda oficial em Los Angeles.

O concorrente francês tem um milhão de euros do governo para fazer propaganda. O brasileiro conta com a ajuda dos amigos.

É o caso da atriz Sonia Braga, que usa seu prestígio para levar artistas e diretores às sessões do filme em Hollywood.

Bom, a julgar pelos filmes e as pontas para algumas séries de TV que Sonia Braga tem feito por lá nos últimos anos, já dá até para imaginar o tipo de “amigos” que a atriz tem conseguido levar para ver a “saga” que conta a história dos irmãos sertanejos.

Via: Globo Online


United Colors of C&A

O que seria um sábado de compras pré-natalinas no centro de Salvador para Antônio dos Anjos Pereira, sua filha Sabrina, de 2 anos, sua mulher, Rosileusa Damasceno, acabou se transformando num pesadelo racista. Ele foi confundido por seguranças do Shopping Piedade, dentro de uma loja C&A, com um seqüestrador.

Antonio dos Anjos é mulato e carregava no colo a filha, de pele mais clara. Depois que conseguiu provar ser o pai de Sabrina, Pereira prestou queixa na polícia pelo ato de racismo e constrangimento. A versão da direção do shopping é que seus funcionários não se envolveram com o caso, ocorrido supostamente “entre clientes da C&A”.

Mas a verdade é que um dos clientes filmou toda a cena com seu telefone celular. As imagens mostram que Antônio dos Anjos estava num ponto da loja com a filha no colo enquanto esperava a mulher que circulava pelo magazine. Num dado momento, uma das sandálias de Sabrina soltou e ela começou a chorar, chamando a atenção dos seguranças, que consideraram “estranha” a cena.

“Quando me abordaram, protestei: aqui é minha filha, rapaz!”, contou, mas eles acabaram insistindo, incentivados por um cliente não identificado que teria gritado: “Ele é negão, não deve ser a filha dele, não“. O pai disse ter ficado muito nervoso com o constrangimento, até que sua mulher, também morena de pele clara, mostrou a carteira de identidade da filha e convenceu os seguranças do equivoco. “Foi meia hora de sufoco“, desabafou, lembrando nunca ter sido vítima de racismo em Salvador, uma cidade que tem população formada por 80% de afrodescendentes.

O caso foi parar na delegacia mais próxima e agora Antônio dos Anjos e sua família estão processando o shopping e a C&A por crime de racismo, cuja pena varia de 1 a 3 anos de prisão.

Via: Agência Estado


Nome aos Bois

Um site onde é possível encontrar uma lista com os nomes mais estranhos e curiosos de pessoas, registrados em cartórios de todo o Brasil. No arquivo é possível encontrar nomes como Antonio Buceta Agudim, Zélia Tocafundo Pinto, Simplício Simplório da Simplicidade Simples, Otávio Bundasseca… entre tantos outros. Quem editou o site garante que o objetivo não é ridicularizar ninguém mas “trazer uma pequena amostra da criatividade do povo brasileiro”.

Via: Farpas & Bitaites


Personalidades do ano, segundo a Time

A tradicional escolha da personalidade do ano da revista Time em 2005 apontou três nomes. Bill Gates e sua mulher Melinda Gates e o roqueiro do U2, Bono Vox. A revista justifica a escolha dizendo que os três fizeram o bem, reescreveram a política e fizeram uma espécie de reengenharia na justiça do mundo ao tornarem a caridade e a esperança estratégicas desafiando resto do mundo a seguir seus exemplos.

De acordo com o editor executivo da revista, James Kelly, os três foram escolhidos por seu trabalho para tentar erradicar doenças como a malária, Aids, e a pobreza que mata na África 8 milhões de pessoas ao ano. A edição desta semana da revista também apresenta os ex-presidentes George Bush e Bill Clinton como “parceiros do ano”, por seus esforços humanitários após o tsunami na Ásia e o furacão Katrina que devastou Louisiana e outros estados americanos na região do Golfo do México e também pela amizade, antes impensável, que os dois desenvolveram a partir desse trabalho.

O fundador e dono da Microsoft, que detém uma fortuna pessoal estimada em 46,6 bilhões de dólares e esteve, ao longo do ano, mais uma vez encabeçando a lista das pessoas mais ricas do mundo da revista Forbes, e sua esposa, foram nomeados por seu trabalho na Fundação Gates, a maior entidade de caridade do mundo, com a doação de 29 bilhões de dólares.

Bono foi apontado pela Time como o “roqueiro que tornou a redução da dívida dos países pobres sexy.”

Um rapper, uma espiã, dois presidentes americanos (um deles fictício) e um ícone do cinema que todos adoramos odiar, são todos parte da galeria das pessoas que fizeram a diferença em 2005, segundo a Time.

Via: Time


Sun Is Shinning

Acabei de mudar o script do Lyrics Download que apresenta a letra da música da semana. Desta vez, em homenagem ao lindo dia que faz hoje por aqui, escolhi o clássico “Sun Is Shinnning” do Bob Marley na versão remix do Funk Star Deluxe, com Fatboy Slim… simplesmente linda! Para quem quiser ouvir a música e cantar ao mesmo tempo, basta um clique no Player do COL Podcast na coluna ao lado. A música está lá, inteirinha para iluminar ainda mais a semana de todos nós! Agora que a trilha sonora da semana está no ar, vou à praia porque o sol está realmente brilhando por aqui… bom domingo a todos!

Jura???

A revista Veja desta semana traz como destaque de capa, uma matéria com a cantora Ana Carolina que assumiu ser bisexual. Pra mim foi novidade o fato da cantora afirmar ser bisexual! Eu achava que ela fosse mesmo homosexual. Mas, deixando de lado a discussão sobre a sexualidade da cantora que (desculpem os fãs), na minha modéstia opinião não merecia uma matéria de tamanho destaque, a única explicação que encontrei para uma reportagem de capa como essa só pode mesmo ser falta de assunto. Será que não aconteceu nada mais importante no país ou no mundo que merecesse a capa da revista de maior circulação e tiragem no Brasil? Será que não havia na “gaveta” dos editores uma matéria mais interessante para ilustrar a capa e rechear o conteúdo principal da Veja? Depois de passar boa parte do ano descendo a lenha em Lula e no PT, Veja resolveu investir, esta semana, no filão “vida alheia”. Pena que a entrevistada não teve coragem de sair totalmente do armário. Ficou, digamos assím, com a metade do corpo ainda do lado de dentro.

Via: Veja Online