Quando se fala em Bossa Nova geralmente são os nomes de João Gilberto, Tom Jobim, Nara Leão, Ronaldo Bôscoli e outros mais badalados que ganham destaque. Mas este movimento musical tão importante para a música brasileira teve a participação de outros craques e um deles partiu ontem, se chamava Johny Alf.
O cantor, pianista e compositor morreu na noite desta quinta-feira (4), aos 80 anos. Alfredo José da Silva era seu nome de batismo. Nasceu no Rio de Janeiro e começou a aprender piano clássico aos nove anos, logo demonstrando interesse por compositores do cinema norte-americano, como George Gershwin e Cole Porter… ao contrário de muitos dos que fazem sucesso hoje em dia, Alf tinha muito bom gosto. Seu namoro com a Bossa Nova teve início através de uma parceria com Dick Farney e Nora Ney. Segundo o jornalista Ruy Castro, Johnny Alf foi o “verdadeiro pai da Bossa Nova“. Tom Jobim, outro dos pioneiros deste movimento musical, admirava Johnny Alf a ponto de apelidá-lo de “Genialf”… e o resto é história que se encerra, mas que deixa para quem fica aqui um legado de boas canções, como a mais clássica de todas as suas composições, “Eu e a Brisa”, uma das mais belas músicas brasileiras de todos os tempos que você, caso ainda não conheça, pode ouvir aí em baixo.
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Johny Alf – Eu e a Brisa






















Escrito por: Nivaldo
Em 5 março 2010 @ 13:08 p>